Cristo e o Natal

 

Cristo e o Natal

Lauro C. S. Vasconcelos

 

INTRODUÇÃO

 

 

Pensando bem, o que é o Natal?

Nesta época é comum enfeites nas portas das casas e no seu interior grandes ou pequenas árvores de Natal. Decorações nas ruas da cidade com bolas coloridas variadas, perus, leitões recheados, patos, gansos, muitas nozes, castanhas, passas de uvas, whiskys, champanhe, etc., não faltam para uma família de classe médio-alta. Enfim, todos dão um jeitinho, nem que seja comer um franguinho com farofa.

Às vezes acontece que muitas pessoas gastam muito dinheiro e herdam uma grande dívida para ser paga em suaves prestações no ano que vem, pois afinal, quem recebe um presente de natal se vê quase na obrigação de retribuir. 

Para as pobres crianças de rua é tempo de tentação, pois vêem presentes e guloseimas expostas nas vitrines das lojas e fica por isso mesmo. Mas com certeza, as esmolas neste tempo se dobram também, pois é Natal. Afinal vamos dar uma trégua às dificuldades e problemas; vamos esquecer um pouquinho das coisas ruins, nos alegrando com a família, desejando a todos um "feliz natal" cheio de saúde, muita paz, e porque não dizer "boas festas".

Mas afinal, o que se comemora no Natal? Muitos dirão: "Comemora-se o nascimento de Jesus Cristo". Mesmo para a maioria dos cristãos o que isto significa não é muito fácil de entender. Mas atualmente, muitos países não cristãos comemoram o natal:

 


 

“Alemanha: Fröhliche Weihnachten 
Bélgica: Zalige Kertfeest
Brasil: Feliz Natal

Bulgária: Tchestito Rojdestvo Hristovo, Tchestita Koleda
Catalão: Bon Nadal 
China: Sheng Tan Kuai Loh (mandarín) 
Gun Tso Sun Tan'Gung Haw Sun (cantonés) 
Coréia: Sung Tan Chuk Ha 
Croácia: Sretan Bozic 
Dinamarca: Glaedelig Jul
Eslovênia: Srecen Bozic 
Hispanoamérica: Felices Pascuas, Feliz Navidad 
Estados Unidos da América: Merry Christmas 
Hebraico: Mo'adim Lesimkha 
Inglaterra: Happy Christmas 
Finlândia: Hauskaa Joulua
França: Joyeux Noel 
País de Gales: Nadolig Llawen 
Galego (na Galicia): Bom Nadal
Grécia: Eftihismena Christougenna 
Irlanda: Nodlig mhaith chugnat 
Itália: Buon Natale 
Nova Zelândia em Maorí: Meri Kirihimete 
México: Feliz Navidad
Holanda: Hartelijke Kerstroeten 
Noruega: Gledelig Jul 
Polônia: Boze Narodzenie 
Portugal: Boas Festas 
Romênia: Sarbatori vesele 
Rússia: Hristos Razdajetsja 
Sérvia: Hristos se rodi 
Suécia: God Jul 
Tailândia: Sawadee Pee mai 
Turquia: Noeliniz Ve Yeni Yiliniz Kutlu Olsun 
Ucrânia: Srozhdestvom Kristovym 
Vietnã: Chung Mung

  Giang Sinh”

 


 

 

 

 


 

I - JESUS NÃO NASCEU 25 DE DEZEMBRO

 

Biblicamente averigüemos alguns argumentos para dizer que o nascimento de Cristo não foi um 25 de Dezembro:

 

1.1    Clima 

"Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho" (Lc 2:8).

“E aconteceu naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse”

"E deu a luz a seu primogênito, e envolveu-o em panos e deito-o numa manjedoura porque não havia lugar para eles na estalagem” (Lc. 2.7)

· No hemisfério norte esta época do ano é inverno e costuma nevar, como pois poderia haver pastores com ovelhas sem proteção durante a noite? Seria ainda muito improvável que César augusto exigisse que as pessoas viajassem longos trajetos a pé ou em animais em pleno inverso para um censo, e como resistiria um menino em um manjedoura somente envolto em panos em uma época como esta?

 

1.2    Festa

· Podemos concluir igualmente pelo versículo anteriormente citado (Lc. 2.7) que havia nestes dias uma festa tão importante em Jerusalém que nem sequer lugar no hotel havia a cidade. Jerusalém tinha aproximadamente 120 mil habitantes que, segundo o historiador Flavio Josefo, nesta época do ano recebia ate dois milhões de pessoas. Fato que explica que até Belém (8 km de Jerusalém) estar tão cheia que Maria e Jose tivessem que ficar junto com os animais. No calendário judaico não existe nenhuma festa em que todos devam ir a Jerusalém no mês de Dezembro.

 

II – ENTÃO QUANDO NASCEU JESUS?

Tomando em consideração os dados que nos fornece Lucas (o mais rico em datas) vamos considerar um paralelo entre a gravidez de Isabel e de Maria vejamos:

“Existiu no tempo de Herodes rei da Judéia um sacerdote chamado Zacarias da ordem de Abias... e aconteceu que exercendo ele o sacerdócio diante de Deus na ordem da sua turma... um anjo do Senhor lhe apareceu, posto de pé, à direita do altar do incenso... e aconteceu que terminando os dias do seu ministério voltou para a sua casa, e depois daqueles dias Isabel sua mulher concebeu... no sexto mês o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade de Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um varão cujo nome era José...)[1]

Vejamos o que nos diz a Biblia:

 

2.1 Ordem de Abias

Zacarias pai de João pertencia a ordem de abias que segundo 1Cronicas 27.11 era a oitava ordem de um total de 24 ordens. Sabemos também por meio da palavra (Ester 3.7) que estes turnos começavam no pirmeiro mês do calendário Judeu (Nisã).

Um escritor Judeu do primeiro século chamado Flavio Josefo em seu livro “antiguidade dos judeus” explica que cada turno durava uma semana, então podemos concluímos que:

4 turnos                      duravam                 1mês

24turnos                     duravam                 6 meses

De maneia que todos os turnos de sacerdotes se apresentavam ao serviço no templo duas vezes por ano. Sendo que na Páscoa Pentecostes e Tabernaculos, todos os turnos de sacerdotes trabalhavam juntos, pelo motivo do grande fluxo de judeus nesta época de festa.

Tomando ainda como base o que diz Josefo (e por ordem cronológica) Zacarias estava ministrando no templo no mês de Junho (entre o 27 de Ivar e o 5 de Silvan no calendário Judeu).

 

2.2 Depois daqueles dias sua mulher concebeu

Notamos por meio do escrito que terminado o período que Zacarias trabalhou no templo Isabel, sua esposa, ficou grávida, se ele trabalhava no templo no mês de junho podemos afirmar que João Batista nasceu no mês março.

 

2.3 no sexto mês o anjo Gabriel foi....

Aqui chegamos a conclusão de que João Batista era 6 meses mais velho que Jesus, confirmadas nas palavras do próprio anjo Gabriel (Luc. 1.36) ainda que não possamos dar uma data específica do nascimento de Jesus, por todas as evidencias que estamos apresentando podemos afirmar que seu nascimento foi pelos meados do mês de Setembro.

 

Esta afirmação cobra ainda mais força quando sabemos que segundo o calendário Judeu entre os meses de Setembro e Outubro se comemora a Festa dos Tabernaculos. Uma das três festas principais dos judeus o que poderia explicar o fato de não haver lugar nos hotéis da cidade o que também pode explica o clima que nesta época do ano estava no outono e era um clima ameno.

Ademais João afirma que: “o verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória.. como nós sabemos que Deus não faz as coisas por acaso senão segundo a sua maravilhosa lógica divina encontramos o original grego de “habitar” que é “Tabernacular, morar, etc.” assim o verbo eterno de Deus veio a tabernacular e chegou a plena festa que anunciava a sua chegada.

À propósito, no jornal "Estado de Minas" do dia 16 de dezembro de 1990, foi publicada uma matéria pelo Prof. Nelson Travnik, do observatório Municipal de Campinas - SP, que os computadores já calcularam com base em dados astronômicos, que a data provável do nascimento de Cristo foi em 15 de Setembro do ano 7 E.C. Ainda que não possamos tomar um dado cientifico como base de nossa fé este é muito provavelmente uma confirmação cientifica de que os estudos que apontam o nascimento de Jesus para este mês estejam na direção correta.

 

 

III – PORQUE SE COMEMORA NO DIA 25 DE DEZEMBRO

 

Até o ano 300 d.C. o nascimento de Cristo era comemorado pelos cristãos em diferentes datas. 
No ano 354 d.C. o papa Libério, sendo imperador romano Justiniano, ordenou que os cristãos celebrassem o nascimento de Jesus no dia 25 de dezembro. Provavelmente, ele escolheu esta data porque em Roma já se comemorava neste dia o dia de Saturno, ou seja, a festa chamada Saturnália. A religião mitraica dos persas (inimiga dos cristãos) comemorava neste dia o “NATALIS INVICTI SOLIS”, ou seja, "O Nascimento do Sol Vitorioso".

Na tentativa de "cristianizar" cultos pagãos, os líderes religiosos da Idade Média buscarão de todas as formas conciliar o paganismo com o cristianismo. (um exemplo disto foi a criação dos santos católicos, substituindo as festas e padroeiros pagãos. Vênus, deusa do amor; Ceres, deusa da colheita; Netuno deus do Mar; assim como São Cristovão é o padroeiro dos viajantes; Santa Bárbara, protetora dos trovões e o famoso Santo Antônio é o padroeiro do casamento)

Já dizia este notável escritor: “a época do inverno era quando todos os deuses solares, desde Osíris até Júpiter e Mitra, celebravam seus aniversários. As celebrações consistiam em árvores de Pinhos para Adodis, Saturno e outros que representavam o calor do novo nascimento do sol em forma de fogo”.[2]

 

3.1 Algumas fontes que falam sobre a origem do Natal

·  ©Enciclopédia Britânica do Brasil Publicações Ltda.

 “Os cristãos substituíram a antiga festa romana do solstício de inverno pela do Natal, A piedade popular, movida pela ternura dos motivos da infância, enfatizou essa festividade. Uma de suas manifestações mais típicas são as canções ao Menino Jesus, acompanhadas por instrumentos tradicionais.

A festa do Natal foi instituída oficialmente pelo bispo romano Libério no ano 354. Na verdade, a data de 25 de dezembro não se deve a um estrito aniversário cronológico, mas sim à substituição, com motivos cristãos, das antigas festas pagãs. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como sol de justiça (Malaquias 4:2) e luz do mundo (João 8:12), e as primeiras celebrações da festa na colina vaticana -- onde os pagãos tributavam homenagem às divindades do Oriente -- expressam o sincretismo da festividade, de acordo com as medidas de assimilação religiosa adotadas por Constantino.

A razão provável da adoção do dia 25 de dezembro é que os primeiros cristãos desejaram que a data coincidisse com a festa pagã dos romanos dedicada "ao nascimento do sol inconquistado", que comemorava o solstício do inverno. No mundo romano, a Saturnália, comemorada em 17 de dezembro, era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus iraniano Mitra, o Sol da Virtude.

 

·  Enciclopédia Católica edição de 1911:

"A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do Natal".

 

·  Enciclopédia Protestante:

"Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano. As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.”[3]

 

IV – ELEMENTOS PAGÃOS NO NATAL “CRISTÃO”.

 

4.1 - O Pinheiro de Natal

Um dos símbolos mais marcantes do Natal é a árvore de Natal, geralmente um pinheiro, iluminada com séries de lâmpadas minúsculas e coloridas, munidas de um dispositivo que as faz se acenderem e apagarem intermitentemente. Geralmente, uma estrela brilhante coroa essa árvore, pois ela é outro símbolo do Natal. As origens destes costumes estão ligadas quase sempre ao fato de que algum povo da Europa Central ou da Escandinávia adorava árvores. Sacrifícios eram feitos na Escandinávia ao deus Thor, sempre ao pé de alguma árvore bem frondosa. A Enciclopédia Barsa diz textualmente: 

"A árvore de Natal é de origem germânica, datando do tempo de S. Bonifácio (cerca de 800 d.C.). Foi adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin (deus germânico), adorando-se uma árvore, em homenagem ao Deus-menino".

Assim a árvore de natal é simplesmente é uma tentativa mais de tornar cristão um costume de babilônia, por falar nela, foi lá que se originou isto também,seu gênesis foi na historia de Ninrode, este mesmo, o neto de Noé, o construtor da Torre de Babel, etc.. pois bem, conta a historia Ninrode se casou com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na "Rainha do Céu" dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no "Divino Filho do Céu". Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. 

Tão adorado pelos apostatas e tão odiado pelos nossos pais da fé:

“Tertuliano, um teólogo católico, que no segundo século disse: Jesus não é deus sol e o sol não é o deus dos cristãos. O Deus dos cristãos foi aquele que criou o sol; a criatura e a criação não têm poder sobre o Criador;

Augustinho, outro teólogo cristãos quem disse: "Claramente afirmo que esse comportamento é herético. Os cristãos não têm a ver com o deus sol e a festa dos solstícios”[4]

Devemos cuidar sempre de não cair no mesmo erro dos povos passados que tomavam arvores como objeto de culto, adorando a criatura e não ao criador como encontramos em: Deut. 12:2; 1Reis 14:23; 2Reis. 16:4; 17:10; Eze. 6:13 etc.). 

 

4.2 - Presépios 

Foi introduzido no século XIII, por São Francisco de Assis, a fim exemplificar a cena do nascimento de Jesus.

Na Irlanda as pessoas deixam uma vela acesa na janela, para iluminar o caminho do Menino Jesus na Véspera de Natal. (como se não fosse Ele próprio a Luz do Mundo).  

 

4.3 - Papai Noel

A palavra Noel significa Natal em francês. Portanto, a expressão Papai Noel significa literalmente Papai Natal.

São Nicolau foi bispo de Mira, na Ásia Menor, no século IV. Tornou-se famoso por sua generosidade; muita gente passou a crer que qualquer dádiva feita de surpresa vinha dele. O povo da Holanda escolheu São Nicolau como patrono das crianças, e a sua fama pouco a pouco se espalhou. Em vários países europeus as crianças crêem que São Nicolau é quem lhes traz os presentes que recebem do Natal. Contudo, muito mais disseminada é a figura do velho gordo, barbudo, bigodudo e sorridente, de cabelos completamente brancos, que vem voando pelo céu guiando um trenó puxado por duas ou mais juntas de renas, que o identifica como proveniente do pólo norte, pois é onde se usa trenó, e onde vivem as renas.

Não obstante para chegar a ser o que é hoje em dia teve que passar pelas mãos do Escritor Washington Irving (que o colocou como guardião de Nova Iorque criou uma sociedade literária do papai Noel) do desenhista Tomas Last (desenhista de um jornal Americano) que o desenhou por três nos seguidos e principalmente a sua evolução iconológica chegou ao final nas mãos da multinacional Coca-Cola onde a partir do ano 1930 começaram a divulgar a figura do Papai Noel com as mesmas cores da marca Coca-Cola.

(vede http://www.acidigital.com/fiestas/navidad/papainoel.htm)

 

Subliminarmente o papai Noel inibe as pessoas de acreditarem em Jesus, pois se um fato central do Natal como a figura de Papai Noel provou-se ser pura lenda, porque não é lenda o resto dos fatos relacionados com o Natal? Se na verdade não existe o papai Noel como teremos a certeza de que existe o nascimento de Jesus? E esse velho mitológico está, pouco a pouco, tomando o lugar do personagem que deveria ser o dono da festa, ao ponto de o Natal, ao invés de ser chamado FESTA DE JESUS, estar recebendo o título de "FESTA DE PAPAI NOEL".

Em muitos lugares as ruas se enchem de gente fazendo compras, há uma árvore de Natal em cada casa, e a figura do Papai Noel aparece em todas as lojas. E isto está acontecendo em todo o mundo. Países em que o cristianismo é perseguido e até banido, comemoram o Natal como uma festa de fraternidade humana, de congraçamento, de alegria; contudo, o verdadeiro dono da festa, nosso Senhor Jesus Cristo, está totalmente ausente dessas comemorações. Geralmente Ele não é nem mencionado, nem lembrado.

É exatamente como se nós fizéssemos uma festa de aniversario e não convidássemos o aniversariante, como se sabendo que ele gosta de determinadas coisas, fizéssemos justamente o contrário, o natal como o mundo comemora fere os princípios do cristianismo, pois é uma festa de origem pagã, com muitos elementos pagãos e conduz as pessoas ao sistema babilônico de competição organizada onde predomina o egocentrismo satânico. Nós somos chamados a pensar em como ajudar ao nosso próximo e como manter nossos olhos em Cristo nosso verdadeiro natal.

 

V – UM VERDADEIRO NATAL

 

Vejamos alguns textos que nos ajudarão a dar uma correta visão do natal:

 

“Rogo-vos, irmãos e irmãs, que façais do Natal uma bênção para vós e para os outros. O nascimento de Jesus... foi celebrado pelos exércitos celestiais. Anjos de Deus, na forma de uma estrela, orientaram os magos em sua missão, à procura de Jesus. Eles vieram com presentes e preciosas dádivas de incenso e mirra a fim de fazerem sua oferenda ao Rei menino predito na profecia.”[5]

“Ontem foi Dia de Natal. Fizestes como os magos, oferecendo vossos presentes a Jesus? Ou o inimigo mudou a ordem das coisas, e dirigiu o culto para ele mesmo? Os presentes são hoje ofertados a amigos e não Àquele que realizou tão grande sacrifício por nós. Todos os dons devem fluir em outro conduto, onde possam ser usados na salvação de homens.”[6]

Este é um verdadeiro natal, onde as pessoas não buscam a satisfação própria, onde o personagem principal não é uma arvore ou um velho de vermelho e branco.

O verdadeiro natal é ofertar a Cristo a tua vida como um presente, é olhar para cima e ver todo um exercito de anjos celebrando o nascimento de Cristo no teu coração, é dirigir a este rei menino que nasceu e morreu em teu lugar toda a gratidão pela nossa salvação.

Seja você também um conduto de Deus para fluir as demais as bênçãos do nascimento do salvador a outras pessoas, pois afinal de contas foi no natal que o homem recebeu a maior mensagem de esperança, de que Emanuel viria a ser um de nós.

 “Pelo mundo os feriados são passados em frivolidades e extravagância, glutonaria e ostentação. ... Milhares de dólares serão gastos de modo pior do que se fossem lançados fora, no próximo Natal e Ano Novo, em condescendências desnecessárias. Mas temos o privilégio de afastar-nos dos costumes e práticas desta época degenerada; e em vez de gastar meios meramente na satisfação do apetite, ou com ornamentos desnecessários ou artigos de vestuário, podemos tornar as festividades vindouras uma ocasião para honrar e glorificar a Deus”. Review and Herald, 11 de dezembro de 1879. LA 480

 

“Lembremo-nos de que o Natal é celebrado em comemoração do nascimento do Redentor do mundo. Este dia é geralmente gasto em festas e glutonaria. Grandes somas de dinheiro são gastas em desnecessárias condescendências pessoais. O apetite e os prazeres sensuais são satisfeitos a expensas da força física, mental e moral. Todavia, isto se tornou um hábito. O orgulho, a moda e a satisfação do paladar têm tragado imensas quantias que a ninguém, em verdade, beneficiaram, mas animaram uma prodigalidade de meios desagradável a Deus. Esses dias são passados mais em glorificar ao próprio eu do que ao Senhor. A saúde tem sido sacrificada, o dinheiro, pior do que se fosse jogado fora; muitos têm perdido a vida.” M.J 311

 

 

 Então:

Viva a Cristo, o verdadeiro natal!!!!!!!

 

 

http://www.graciaypaz.com/porquejesusnonacioun25dediciembre.html


 

 

 

 


[1] Lucas 1. 5,8,11, 23 e 24, 26 e 27

[2] La Rama Dorada, p. 471, extraída da internet na página http://www.graciaypaz.com/porquejesusnonacioun25dediciembre.html

[3] The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge - A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog)

[4] http://www.prodepi.com.br/bereana/curiosidades.php?id=50

[5] Refletindo a Cristo, 365

[6] Olhando para o Alto, 368

 

 

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